Arquivo do mês: abril 2011

Eu creio, Senhor, mas aumenta a minha fé

A vida tem um nome: Jesus, só Ele é o caminho, a verdade e a vida.Quem de nós nunca teve vontade de ter a vida mudada?  Tivesse paz, amor, harmonia?  Quem não gostaria de se sentir vivo? Todos nós queremos, pois, apesar de passarmos pela morte, fomos feitos para a vida, a vida eterna em Cristo.

Nós queremos existir para sempre, mas na vida. No inferno a pessoa também vi- ve para sempre, mas nas trevas, no desespero, na angústia… É preciso anunciar para aqueles que não creem em Deus a Boa Nova a fim de que todos acreditem na salvação que vem do Alto. A ordem do anjo aos apóstolos não foi para que eles se escondessem, visto que foram presos, mas irem ao templo falar com ou- tras pessoas e anunciar a verdadeira Vida.

Nós vamos ressuscitar, mas a fé na ressurreição cresce quando escutamos a Pa- lavra de Deus. Ninguém cresce na fé sozinho. Tudo à nossa volta nos reme- te ao Senhor: as árvores, as plantas, os animais, precisamos aprender a contem- plar o Senhor em tudo.

Deus permanece conosco, mas, assim como um lampião precisa ser aceso para cumprir a sua missão, o Senhor precisa que nós O acolhamos para que Ele nos salve. O Pai não nos obriga a nada, somos livres para fazer nossas escolhas.

O Espírito Santo nos leva ao sepulcro de Nosso Senhor para que, convertidos, a- nunciemos também a Boa Nova. O versículo 32 de Atos 5 é um segredo para nós: apenas os humildes, que se submetem ao Pai, recebem essa ressurreição. A fé re- quer o desejo de obedecer a Deus. Fé é obediência!

Caminhando com Deus, guiados pelo Espírito Santo.

Muitas pessoas experimentam o Senhor, mas não permanecem firmes na cami- nhada porque não conseguem pôr em prática o que Deus manda. Se você diz que crê, mas não obedece, no fundo não crê.

À medida que nós mudamos, a nossa fé aumenta. Essa Palavra nos traz uma for- ça de ressurreição, precisamos acreditar verdadeiramente para que recebamos algo de novo na nossa vida. Peça ao Senhor uma fé com disposição para obede- cer a vontade d’Ele. Diga: ‘Eu creio, Senhor, mas aumenta a minha fé‘. Amém!

Escrito por: Márcio Mendes (Missionário da Comunidade Canção Nova)

Porque Ele vive

Deus enviou seu Filho amado,
para morrer no meu lugar
Na cruz sofreu por meus pecados,
mas o sepulcro vazio está
Porque Ele vive.

Porque Ele vive, eu posso crer no amanhã
Porque Ele vive, temor não há
Mas eu bem sei, que a minha vida
Está nas mãos do meu Jesus
Que vivo está

E quando enfim, chegar a hora
Em que a morte enfrentarei
Sem medo então, terei vitória
Verei na glória, o Meu Jesus
Que vivo está!

Outra versão (Padre Zeca), que tem a última parte ligeiramente diferente, mas com a mesma mensagem:

Quem são os membros da Igreja de Jesus

Olhando algumas comunidades num site de relacionamento na Internet,  depa- rei-me com a seguinte enquete:

Qual o futuro da igreja evangélica no Brasil ?

As seguintes possibilidades de resposta eram dadas:

  • Sucumbirá ao mundanismo !
  • Será restaurada por Deus !
  • Tornar-se-á um self-service religioso !
  • Não sei dizer, só Deus sabe…
  • Tenho minha opinião pessoal ! (comente por favor)

Escolhendo a última alternativa, a pessoa deveria apresentar a sua opinião e a justificativa. E foi quando encontrei uma resposta que considerei muito boa, dada por Josias:

DEUS conhece os que são seus e é por isso que não devemos nos assustar por- que  foi JESUS que nos disse que: “MUITOS (não poucos, mas muitos) me di- rão naquele dia: Senhor, Senhor não profetizamos nós em teu nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu nome não fizemos muitas maravi- lhas? (Mt 7, 22) “

A verdadeira igreja jamais vai acabar, ser destruída. Sobre a verdadeira IGRE- JA está uma promessa: “…edificarei minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.  A nossa idéia de igreja esta associada a tem- plo e instituição. Nós olhamos para o evangelicalismo e vemos: batista, presbiterianos, assembleianos, etc. JESUS olha e vê a igreja d’ELE, que foi comprada com preço de sangue, “para apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreen- sível” .

A igreja de origem divina e composição humana é um mistério, um povo e um pacto. Una, santa, católica (que vem do grego “katholikos”, que quer dizer, para todos ou universal) e apostólica.

Espero que tenham entendido o propósito deste meu Post…

Sejamos todos o Povo de Deus, a Igreja de Deus… em um só Corpo, em Cristo!

Curso de Bíblia – PARTE II

No tempo que foi escrita a Bíblia não existia papel como hoje, muito menos as máquinas impressoras. A Bíblia foi escrita à mão, e em diversos materiais, como cerâmica, papiro e pergaminho.

CERÂMICA: conhecida como a arte mais antiga da humanidade. O barro servia para fazer desde vasos, até chapas, nas quais se escrevia. Muitos textos bíblicos foram escritos nesses “tijolos”.

PAPIRO: planta originária do Egito. Nascia e crescia espontaneamente às mar- gens do Rio Nilo, chegando até a altura de 4 metros. Do Egito o papiro passou para a Síria, Sicília e Palestina (onde foi escrita a Bíblia). Do papiro era feita uma espécie de folha de papel para nela se escrever. Seu caniço era aberto em tiras e prensado ainda úmido. O papiro era ainda usado na fabricação de barcos e ces- tos. Dizem que 3.000 a.C os egípcios já escreviam no papiro. Tais folhas eram escritas só de um lado depois guardadas em rolos. Daí que veio a palavra BÍ- BLIA. A folha tirada do caule do papiro se chamava BIBLOS.

BIBLOS –>  Livro (plural de Biblos = BÍBLIA)
BÍBLIA –> os livros ou coleção de livros.

PERGAMINHO: feito de couro curtido de carneiro. Começou a ser usado como “papel” na cidade de Pérgamo, pelo rei Éumens II 200 a.C. Pérgamo era uma importante cidade da Ásia Menor. Os egípcios, com inveja da grande importân- cia da biblioteca de Pérgamo, não quiseram mais vender papiro para os morado- res daquela cidade. Por isso, o rei de Pérgamo se viu obrigado a usar outro ma- terial para a escrita, que foi a pele de ovelha. O pergaminho se espalhou rapida- mente para outras regiões. Os pergaminhos, assim como as folhas de papiro, não eram “encadernados” num livro como fazemos hoje. Os antigos ligavam umas folhas às outras e faziam “rolos”.

Como a Bíblia está dividida

A Bíblia divide-se em duas grandes partes: Antigo Testamento (AT) e Novo Testamento (NT). O centro da Bíblia é Jesus Cristo.

ANTIGO TESTAMENTO: é formado por 46 livros escritos antes de Cristo. To- do o Antigo Testamento foi escrito em hebraico ou aramaico, menos o Livro da Sabedoria, I e II Macabeus e trechos dos Livros de Daniel e de Ester, que fo- ram escritos em grego.

NOVO TESTAMENTO: formado por 27 livros que contam a vida de Jesus e a formação da Igreja. O Novo Testamento foi escrito em grego, menos o Evan- gelho de São Mateus que foi escrito em aramaico.

Portanto a Bíblia é formada por 73 livros. Sendo 46 Livros no AT + 27 Livros no NT. Na Bíblia a palavra TESTAMENTO tem o sentido de ALIANÇA –>ANTIGA ALIANÇA e NOVA ALIANÇA. Toda a Bíblia gira em torno da Aliança que Deus fez com seu povo. ALIANÇA é um contrato muito especial. Um pacto de amor entre as pessoas. Um compromisso de fidelidade entre Deus e os homens.

No Antigo Testamento essa Aliança foi selada com um sinal visível.Ex: Decálogo –> Dez Mandamentos. A Aliança foi gravada na pedra e selada com o sangue dos animais.

No Novo Testamento a Nova Aliança é gravada no Espírito e selada com o San- gue de Jesus. A Nova Aliança ao contrário da Antiga Aliança que era feita so- mente com o Povo de Israel, é uma Aliança Universal, aberta a todos os homens que aceitam a proposta da Salvação trazida por Jesus.

A Antiga Aliança é a promessa; a Nova é a sua realização. Cristo é a plena reali- zação da Antiga e Nova Aliança. Ele é o “Alfa” e o “Ômega” (Alfa e Ômega são a primeira e a última letra do alfabeto grego).

Significa que Jesus é o começo e fim de todas as coisas.

“Muitos Livros” num só Livro

A Bíblia é um livro de volume único, que reúne Continuar lendo

Saber ouvir…

Dizem que quando Deus quer falar, não precisa do barulho das palavras, fala nos acontecimentos, no silêncio da natureza, fala como quer e do jeito que quer. Mas será que quando o Todo-poderoso quer falar estamos dispostos a ouvi-Lo? Eis a questão. Parece que, nos dias atuais, nossos ouvidos estão sempre ocupados. Es- colhemos o que queremos ouvir,colocamos o fone e esquecemos o mundo à nos- sa volta. Como o Senhor costuma falar de um jeito sempre novo, fica difícil con- seguirmos identificar Sua voz. Talvez nem paremos para pensar sobre isso, mas o fato é que a vida segue um ritmo tão acelerado que já não temos tempo para ouvir: nem uns aos outros nem a Deus.

Escutar é uma bela arte, saber falar também… Acredito que, se estamos buscan- do um crescimento espiritual, precisamos dar passos neste sentido, porque só conseguimos ouvir a voz de Deus se nossos ouvidos estiverem treinados em ou- vir as pessoas. Você sabe o que se passa com a pessoa que está ao seu lado, seja no trabalho, em casa ou na escola? Costuma perguntar como foi o dia daqueles que convivem com você? É fácil perceber que há pouco interesse em ouvir o ou- tro, talvez porque para fazê-lo é preciso esvaziar-se de si mesmo, e este é um de- safio que, apesar de construtivo, nem sempre é apreciado.

Hoje dizer “faça silêncio”, talvez não seja a solução se quisermos crescer como pessoa, pois existem vários tipos de silêncio e nem todos são produtivos. Há si- lêncios, por exemplo, que são tidos como sábios. Outros, como necessários e outros ainda como indiferença. Portanto, antes de “resolver silênciar, precisa- mos ter a motivação certa. Já que, muitas vezes, a maior caridade não é simples- mente calar, mas sim ouvir e acolher a quem precisa falar.

É assustador, mas real, há muitas pessoas morrendo porque não conseguem nin- guém que as escute. Ocupados com aquilo que escolhemos ouvir, vamos nos dei- xando embalar pela música que nos toca e não pelas situações que nos cercam.

Outro dia fiquei admirada com o que presenciei. Estava em um consultório mé- dico e chegaram dois jovens, um rapaz e uma moça, não sei se eram irmãos ou amigos, não creio que seriam um casal, apesar de terem chegado juntos. Já sen- tados, trocaram algumas palavras e, em alguns minutos, cada um colocou o fone nos ouvidos e o silêncio reinou. Passei um bom tempo ainda no lugar e não os ouvi trocar uma palavra sequer. Coisa estranha, não é? Por que será que o som que sai do fone é mais interessante do que a vida de quem está ao nosso lado? Por que será que os meios que vêm para comunicar acabam nos roubando a co- municação? Penso que é hora de darmos mais atenção à forma como temos li- dado com essa realidade e valorizarmos mais o diálogo.

Tanto as palavras como o silêncio têm sua força, negativa ou positiva; é grande sabedoria saber usá-los, mas é preciso usá-los. As palavras fazem parte da nossa essência, comunicar é preciso! Com palavras nos aproximamos ou nos afasta- mos do outro, apaziguamos ou ferimos. Damos ou tiramos a vida. Marcamos nossas escolhas com palavras e falar com a vida, com paixão, com os olhos, com os gestos, com a alma e com amor é transmitir esperança a quem nos ouve. Po- rém, na hora de escutar as pessoas, o barulho das palavras não ajuda nada. E aí entra o importante papel do silêncio.

Escutar significa receber alguém dentro de nós, em nosso coração e isso quase sempre se dá no silêncio. Por isso, é preciso ouvir a pessoa ! Não o que dizem da pessoa ou o que imaginamos a seu respeito, mas escutar a própria pessoa. Dar tempo para a pessoa falar. Parar o que estamos fazendo e olhar para a pessoa com a atenção que ela merece. É mais do que simplesmente ouvir palavras, é a- colher a pessoa do jeito que ela está, com suas dores ou alegrias. É exigente, mas benéfico, pois quando escuto o outro, aprendo com ele, cresço com suas experi- ências e evito muitos erros.

Já observou que nossos problemas, muitas vezes, tomam proporções maiores do que as reais, justamente porque não escutamos as pessoas? Fiquemos atentos e procuremos dar mais atenção àqueles que nos cercam. Silenciar, sim, o silêncio tem um valor incalculável, mas que nosso silêncio não seja de indiferença e sim de acolhimento.

Penso que saber ouvir e saber falar é antes uma questão de respeito e amor à própria vida. Praticar essa arte é um dom.

Se enquanto você estiver lendo este texto, perceber que o barulho das palavras o tem impedido de ser melhor, tenha a coragem de recomeçar, silenciando. Por outro lado, se perceber que seu silêncio não tem produzido vida, saia dele o quanto antes e vá ao encontro do outro, levando uma palavra de esperança. Em todo caso, viva bem o hoje; apaixone-se pela vida. Partilhe suas lutas e conquis- tas. Faça pausas para escutar os outros e, pela força da comunicação, dê mais qualidade aos seus dias e seja feliz.

Escrito por: Dijanira Silva (Apresentadora da Rádio Canção Nova em Fátima Portugal)

Um coração grande e forte

Ó Espírito Santo, dai-me um coração grande, aberto à vossa silenciosa e
forte palavra inspiradora, fechado a todas as ambições mesquinhas,
alheio a qualquer desprezível competição humana,
compenetrado do sentido da santa Igreja!


Um coração grande, desejoso de se tornar semelhante
ao coração do Senhor Jesus!

Um coração grande e forte para amar a todos,
para servir a todos, para sofrer por todos!

Um coração grande e forte, para superar todas as provações,
todo tédio, todo cansaço, toda desilusão, toda ofensa!

Um coração grande e forte, constante até o sacrifício,
quando for necessário!

Um coração cuja felicidade é palpitar com o coração de Cristo e cumprir,
humilde, fiel e firmemente a vontade do Pai.

Amém.

A descida do Senhor à mansão dos mortos

Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos. Deus morreu na carne e despertou a man- são dos mortos.

Ele vai antes de tudo à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão de visitar os que estão mergulhados nas trevas e na sombra da mor-te. Deus e seu Filho vão ao encontro de Adão e Eva cativos, agora libertos dos sofrimentos.

O Senhor entrou onde eles estavam, levando em suas mãos a arma da cruz vi- toriosa. Quando Adão, nosso primeiro pai, o viu, exclamou para todos os de- mais, batendo no peito e cheio de admiração: “O meu Senhor está no meio de nós”. E Cristo respondeu a Adão: “E com teu espírito”. E tomando-o pela mão, disse: “Acorda, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te ilumi- nará.

Eu sou o teu Deus, que por tua causa me tornei teu filho; por ti e por aqueles que nasceram de ti, agora digo, e com todo o meu poder, ordeno aos que estavam na prisão: ‘Saí!’; e aos que jaziam nas trevas: ‘Vinde para a luz!’; e aos entorpecidos: ‘Levantai-vos!’

Eu te ordeno: Acorda, tu que dormes, porque não te criei para permaneceres na mansão dos mortos. Levanta-te dentre os mortos; eu sou a vida dos mortos. Le- vanta-te, obra das minhas mãos; levanta-te, ó minha imagem, tu que foste criado à minha semelhança. Levanta-te, saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa.

Por ti, eu, o teu Deus, me tornei teu filho; por ti, eu, o Senhor, tomei tua condi- ção de escravo. Por ti, eu, que habito no mais alto dos céus, desci à terra e fui até mesmo sepultado debaixo da terra; por ti, feito homem, tornei-me como alguém sem apoio, abandonado entre os mortos. Por ti, que deixaste o jardim do paraí- so, ao sair de um jardim fui entregue aos judeus e num jardim, crucificado.

Vê em meu rosto os escarros que por ti recebi, para restituir-te o sopro da vida original. Vê na minha face as bofetadas que levei para restaurar, conforme à mi- nha imagem, tua beleza corrompida.

Vê em minhas costas as marcas dos açoites que suportei por ti para retirar de teus ombros o peso dos pecados. Vê minhas mãos fortemente pregadas à árvore da cruz, por causa de ti, como outrora estendeste levianamente as tuas mãos para a árvore do paraíso.

Adormeci na cruz e por tua causa a lança penetrou no meu lado, como Eva sur- giu do teu, ao adormeceres no paraíso. Meu lado curou a dor do teu lado. Meu sono vai arrancar-te do sono da morte. Minha lança deteve a lança que estava dirigida contra ti.

Levanta-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do paraíso; eu, porém, já não te coloco no paraíso mas num trono celeste. O inimigo afastou de ti a ár- vore, símbolo da vida; eu, porém, que sou a vida, estou agora junto de ti. Cons- tituí anjos que, como servos, te guardassem; ordeno agora que eles te adorem como Deus, embora não sejas Deus.

Está preparado o trono dos querubins, prontos e a postos os mensageiros, cons- truído o leito nupcial, preparado o banquete, as mansões e os tabernáculos eter- nos adornados, abertos os tesouros de todos os bens e o reino dos céus prepara- do para ti desde toda a eternidade”.

Oração 

Pai cheio de bondade, vosso Filho unigênito desceu à mansão dos mortos e dela surgiu vitorioso: concedei aos vossos fiéis, sepultados com ele no batismo, que, pela força de sua ressurreição, participem da vida eterna, com ele. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.

Amém!

Fonte:  Parte do Ofício das Leituras de hoje, Sábado Santo.

Mais sobre: Artigo Prof. Felipe Aquino.