Arquivo do mês: dezembro 2011

Sinta o Espírito Santo em ti

Essa música é demais. Como descrever o quanto ela mexe dentro de nós. Se entregue e sinta… ela fará você sentir o amor que Deus tem por ti!

Glórias a Ti Senhor!!!

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Viver uma vida virtuosa

Nenhuma alma viciada pode dominar outra munida de virtudes.
(Santo Agostinho)

Segundo a doutrina da Igreja Católica, e especialmente S. Gregório de Nissa, a virtude é “uma disposição habitual e firme para fazer o bem“, sendo o fim de uma vida virtuosa tornar-se semelhante a Deus. Existem numerosas virtudes que se relacionam entre si tornando virtuosa a própria vida. No Catolicismo, existem 2 categorias de virtudes:

*As virtudes teologais, cuja origem, motivo e objeto imediato são o próprio Deus. Os cristãos acreditam que elas são infundidas no homem com a graça santificante, e que elas tornam os homens capazes de viver em relação com a Santíssima Trindade. Elas fundamentam e animam o agir moral do cristão, vivificando as virtudes humanas. Para os cristãos, elas são o penhor da presença e da ação do Espírito Santo nas faculdades do ser humano. As virtudes teologais são três:

    • : através dela, os cristãos crêem em Deus, nas suas verdades reveladas e nos ensinamentos da Igreja, visto que Deus é a própria Verdade. Pela fé, “o homem entrega-se a Deus livremente. Por isso, o crente procura conhecer e fazer a vontade de Deus, porque «a fé opera pela caridade» (Gal 5,6)“.
    • Esperança: por meio dela, os crentes, por ajuda da graça do Espírito Santo, esperam a vida eterna e o Reino de Deus, colocando a sua confiança perseverante nas promessas de Cristo.
    • Caridade (ou Amor): através dela, “como amamos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos por amor de Deus. Jesus faz dela o mandamento novo, a plenitude da lei“. Para os crentes, a caridade é «o vínculo da perfeição» (Col 3,14), logo a mais importante e o fundamento das virtudes. São Paulo disse que, de todas as virtudes, “o maior destas é o amor” (ou caridade). O Amor é também visto como uma “dádiva de si mesmo” e “o oposto de usar“.

*As virtudes humanas que são perfeições habituais e estáveis da inteligência e da vontade humanas. Elas regulam os atos humanos, ordenam as paixões humanas e guiam a conduta humana segundo a razão e a fé. Adquiridas e reforçadas por atos moralmente bons e repetidos, os cristãos acreditam que estas virtudes são purificadas e elevadas pela graça divina.

Segundo a Igreja Católica Apostólica Romana existem quatro virtudes cardinais (ou virtudes cardeais) que polarizam todas as ou­tras virtudes humanas. O conceito teológico destas quatro virtudes foi derivado inicialmente do esquema de Platão e adaptado por Santo Ambrósio de Milão, Santo Agostinho de Hipona e São Tomás de Aquino.

Segundo a Doutrina da Igreja Católica, elas “são perfeições habituais e estáveis da inteligência e da vontade humanas, que regulam os nossos actos, ordenam as nossas paixões e guiam a nossa conduta segundo a razão e a fé. Adquiridas e reforçadas por actos moralmente bons e repetidos, são purificadas e elevadas pela graça divina”. As virtudes cardeais são quatro:

  • prudência, que “dispõe a razão para discernir em todas as circunstâncias o verdadeiro bem e a escolher os justos meios para o atingir. Ela conduz a outras virtudes, indicando-lhes a regra e a medida“, sendo por isso considerada a virtude-mãe humana.
  • a justiça, que é uma constante e firme vontade de dar aos outros o que lhes é devido;
  • fortaleza (ou Força) que assegura a firmeza nas dificuldades e a constância na procura do bem;
  • e a temperança (ou Moderação) que “modera a atracção dos prazeres, assegura o domínio da vontade sobre os instintos e proporciona o equilíbrio no uso dos bens criados“, sendo por isso descrita como sendo a prudência aplicada aos prazeres.

Obs.: Essas virtudes “cardinais” não são o mesmo que a trindade de “virtudes teológicas” ou “teologais” da fé, esperança e caridade. Juntas, elas englobam o que é conhecido como as virtudes celestiais ou algumas vezes as sete virtudes cardinais.

“…o império das paixões ao lhe impor sua tirania, perturba todo o espírito e a vida desse homem, pela variedade e oposição de mil tempestades, que tem de enfrentar. Ir do temor ao desejo; da ansiedade mortal à vã e falsa alegria; dos tormentos por ter perdido um objeto que amava ao ardor de adquirir outro que ainda não possui; das irritações de uma injúria recebida ao insaciável desejo de vingança. E de o do lado a que se volta,  a avareza cerca esse homem, a luxúria o consome, a ambição o escraviza, o orgulho o incha, a inveja o tortura, a ociosidade o aniquila,  a obstinação o excita,
a humilhação o abate.”
(“O Livre Arbítrio” de Santo Agostinho)

As sete virtudes são derivadas do poema épico Psychomachia, escrito por Prudêncio, intitulando a batalha das boas virtudes e vícios malignos. A grande popularidade deste trabalho na Idade Média ajudou a espalhar este conceito pela Europa. É alegado que a prática dessas virtudes protege a pessoa contra tentações dos sete pecados capitais, com cada um tendo sua respectiva contra-parte.

Ordenadas em ordem crescente de santicidade, as sete virtudes sagradas são:

– Castidade (latim: castitas) — opõe luxúria.
Auto-satisfação, simplicidade. Abraçar a moral de si próprio e alcançar pureza de pensamento através de educação e melhorias.

– Generosidade (latim: liberalitas) — opõe avareza.
Desprendimento, largueza. Dar sem esperar receber, uma notabilidade de pensamentos ou ações.

– Temperança (latim: temperantia) — opõe gula.
Auto-controle, moderação, temperança. Constante demonstração de uma prática de abstenção.

– Diligência (latim: diligentia) — opõe preguiça.
Presteza, ética, decisão, concisão e objetividade. Ações e trabalhos integrados com a própria fé.

– Paciência (latim: patientia) — opõe ira.
Serenidade, paz. Resistência a influências externas e moderação da própria vontade.

– Caridade (latim: humanitas) — opõe inveja.
Auto-satisfação. Compaixão, amizade e simpatia sem causar prejuízos.

– Humildade (latim: humilitas) — opõe soberba.
Modéstia. Comportamento de total respeito a Deus e em segundo lugar ao próximo.

Fonte: Catecismo da Igreja Católica e “O Livre Arbítrio” de Santo Agostinho.

Por causa do pecado que habita em mim!

Meus amados, qual será o motivo por que, por mais que estejamos em Cristo, o pecado insiste em bater em nossas portas? Por que será que continuamos sendo pecadores? Por que será que nosso corpo está sempre se inclinando para o mal?

É incrível, mas isto é uma verdade: por mais que estejamos em Cristo, o pecado não se afasta de nós!

Quantos de nós, crentes, se pegou envolto em maus pensamentos ou proferiu uma palavra que não gostaria de ter proferido ou ainda praticou um ato pelo qual depois se arrependeu? Creio que muitos! Ou melhor, tenho certeza de que isso já ocorreu com todos nós!

Se nós estamos em Cristo, qual seria o motivo pelo qual isso ocorreria? Por causa do pecado que habita em nós!

Em verdade, nós, cristãos, viveremos nessa constante batalha interna entre a natureza espiritual com seu desejo de obedecer a Deus e o desejo da natureza carnal em seguir seu próprio caminho!

Isso é bem retratado em Romanos (7:15-22):

Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;”

Como se nota, apesar de salvos, temos dentro de nós uma inclinação ao pecado, que a Bíblia chama de “velho homem” ou “velha natureza” (Rm 6:6; Ef 4:22; Cl 3:9).

Aliás, isso é tão verdadeiro que a própria Bíblia (I Jo 1:8) é peremptória ao afirmar que, “se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós”!

Porém, apesar de nossa natureza perenemente pecaminosa temos que sempre estar buscando vitória sobre o pecado, pois somos exortados a não andar em pecado, porque “todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina emente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.” (1Jo 3)

Assim, não devemos deixar que “inclinação para o pecado” seja uma desculpa para pecar deliberadamente, devendo, pois, o pecado deve ser um acidente em nossas vidas! É como a palavra diz: “vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está preparado, mas a carne é fraca.” (Mateus 26:41)

Só mais uma coisa: nunca esqueçam de nosso Advogado, Jesus Cristo, o Justo, pois Ele é propiciação para os nossos pecados!

Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; E Ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo.”
(1Jo 1:8)

Escrito porRodrigo Aiache

Deixe Jesus nascer em seu coração

Jesus Cristo nasceu, rendei-lhe glória! Cristo desceu dos céus, correi para ele! Cristo está sobre a terra, exaltai-o! “Cantai ao Senhor, terra inteira. Alegria no céu; terra, exulta de alegria!” (Sl 96,1.11). Do céu, ele vem habitar no meio dos homens; estremecei de temor e de alegria: de temor, por causa do pecado; de alegria, por causa da nossa esperança. Hoje, as sombras se dissipam e a luz se eleva sobre o mundo; como outrora no Egito envolto em trevas, hoje uma coluna de fogo ilumina Israel. O povo, que estava sentado nas trevas da ignorância, contempla hoje essa imensa luz do verdadeiro conhecimento porque “o mundo antigo desapareceu, todas as coisas são novas” (2 Co 5,17). A letra recua, o espírito triunfa (Rm 7,6); a prefiguração passa, a verdade aparece (Col 2,17).

Aquele que nos deu a existência quer também inundar-nos de felicidade; essa felicidade que o pecado nos havia feito perder, a incarnação do Filho nos devolve… Tal é esta solenidade: saudamos hoje a vinda de Deus ao meio dos homens para que possamos, não chegar mas regressar para junto de Deus; a fim de que nos despojemos do homem velho e nos revistamos do Homem novo (Col 3,9), a fim de que, mortos em Adão, vivamos em Cristo (1 Co 15,22)… Celebremos pois este dia, cheios de uma alegria divina, não mundana, mas uma verdadeira alegria celeste. Que festa, este mistério de Cristo! Ele é a minha plenitude, o meu novo nascimento!

Fonte:  São Gregório de Nazianzo, Sermão n° 38, para a Natividade.

Antífonas do Ó

As Antífonas do Ó são sete antífonas especiais, cantadas no Tempo do Advento, especialmente de 17 a 23 de dezembro antes e depois do Magnificat, na hora canônica das Vésperas. São assim chamadas porque tem início com esse vocativo e foram compostas entre o século VII e o século VIII, sendo um compêndio de cristologia da antiga Igreja, um resumo expressivo do desejo de salvação, tanto de Israel no Antigo Testamento, como da Igreja no Novo Testamento. São orações curtas, dirigidas a Cristo, que resumem o espítito do Advento e do Natal. Expressam a admiração da Igreja diante do mistério de Deus feito Homem, buscando a compreensão cada vez mais profunda de seu mistério e a súplica final urgente: «Vem, não tardes mais!». Todas as sete antífonas são súplicas a Cristo, em cada dia, invocado com um título diferente, um título messiânico tomado do Antigo Testamento.

A reforma litúrgica pós Vaticano II, ao introduzir o vernáculo na liturgia, não esqueceu os textos das Antífonas do Ó, veneráveis pela antiguidade e atribuídos por muitos ao Papa Gregório Magno (+604). Ela os valorizou ainda mais com aclamação ao Evangelho da Missa, além de conservá-los como antífonas do Magnificat. Cada antífona é composta de uma invocação, ligada a um símbolo do Messias, e de uma súplica, introduzida pelo verbo “vir”.

O texto das antífonas do ó

Die 17 Decembris
Sapientia
quæ ex ore Altissimi prodisti,
attingens a fine usque ad finem,
fortiter suaviter disponens omnia:
Veni ad docendum nos viam prudentiae

17 de dezembro
Ó Sabedoria
que saístes da boca do altíssimo
atingindo de uma a outra extremidade
e tudo dispondo com força e suavidade:
Vinde ensinar-nos o caminho da prudência

Die 18 Decembris
Adonai
et Dux domus Israel,
qui Moysi in igne flammæ rubi apparuisti
et ei in Sina legem dedisti:
Veni ad redimendum nos in brachio extento

18 de dezembro
Ó Adonai
guia da casa de Israel,
que aparecestes a Moises na chama do fogo
no meio da sarça ardente e lhe deste a lei no Sinai
Vinde resgatar-nos pelo poder do Vosso braço.

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Orar sempre, sem desfalecer

Feliz o homem que conhece a própria fraqueza. Porque esse conhecimento é nele o fundamento, a raiz, o princípio de toda a bondade. […] Quando um homem se sente desprovido de socorro divino, reza muito. E, quanto mais reza, mais o seu coração se torna humilde. […] Tendo compreendido realmente isto, guarda a oração na sua alma como um tesouro. E, sendo a sua alegria tão grande, faz da oração uma ação de graças. […] Assim, guiado por este conhecimento e admirando a graça de Deus, eleva a voz e louva-O e glorifica-O, exprime a sua gratidão, nos píncaros do seu maravilhamento.

Aquele que conseguiu, verdadeiramente e não em imaginação, alcançar tais sinais e conhecer tal experiência, sabe do que estou a falar e que nada pode impedir isso. Mas que ele cesse de então em diante de desejar coisas vãs. Persevere em Deus, através da oração contínua, no temor de ser privado da abundância do socorro divino.

Todos estes bens são dados ao homem quando este reconhece a sua fraqueza. No seu grande anseio pelo socorro divino, aproxima-se de Deus, permanecendo em oração. E, quanto mais se aproxima de Deus com esta determinação, mais Deus o aproxima dos Seus dons e não lhe retira a Sua graça, devido à sua grande humildade. Pois tal homem é como a viúva que não cessa de pedir ao juiz que lhe faça justiça contra o seu adversário. Deus compassivo retém a Suas graças para que essa reserva incite o homem, que tanta precisão tem d’Ele, a aproximar-se d’Ele e a e a permanecer junto d’Aquele que é a fonte do seu bem.

Escrito por: Santo Isaac, o Sírio (sec. VII), Discursos ascéticos, 1ª série, §21

A Imaculada Conceição

Ineffabilis Deus (Latim para “Deus Inefável”) é o nome de uma Constituição Apostólica escrita pelo Papa Pio IX. Este documento define ex cathedra o dogma da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria. Constitui um dos poucos casos de definição em que é feito uso do dogma católico da infalibilidade papal. O decreto de promulgação é datado de 8 de dezembro de 1854, dia da Festa da Imaculada Conceição de Maria.

O decreto examina a história da opinião, na tradição cristã, fixando as suas raízes na antiqüíssima festa da Concepção de Maria, como sendo uma data de grande significado nas igrejas orientais e ocidentais. Apoia-se também na aprovação dos bispos católicos do mundo inteiro, a quem foram pedidas , em 1849, a sua opinião sobre matéria.

A declaração dogmática é expressada da seguinte forma:
…”A doutrina que sustenta que a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante da sua Conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, essa doutrina foi revelada por Deus, e por isto deve ser crida firme e inviolavelmente por todos os fiéis.” (Doctrinam, quæ tenet, beatissimam Virginem Mariam in primo instanti suæ conceptionis fuisse singulari omnipotentis Dei gratia et privilegio, intuitu meritorum Christi Jesu Salvatoris humani generis, ab omni originalis culpæ labe præservatam immunem, esse a Deo revelatam atque idcirco ab omnibus fidelibus firmiter constanterque credendam.)

O decreto também exprime que a Conceição Imaculada de Maria não era uma necessidade lógica em nenhum sentido, mas decorre de presente ou graça divina a Maria pelo fato de vir a ser a Mãe de Deus.

Mesmo ja decretada a Imaculada concepção de Nossa Senhora pelo Papa Pio IX, vemos em Lourdes (França), em uma das aparições de Maria a santa Bernadete, a  confirmação dada diretamente pela Nossa Mãe; como descreve o Papa Pio XI:

“O que em Roma, pelo seu magistério infalível, o sumo pontífice definia, a Virgem Imaculada Mãe de Deus, a bendita entre as mulheres, quis, ao que parece, confïrmá-lo por sua boca, quando pouco depois se manifestou por uma célebre aparição na gruta de Massabielle”. Certamente, a palavra infalível do pontífice romano, intérprete autêntico da verdade revelada, não necessitava de nenhuma confirmação celeste para se impor à fé dos fiéis. Mas com que emoção e com que gratidão o povo cristão e seus pastores não recolheram dos lábios de Bernardete essa resposta vinda do céu:
Eu sou a Imaculada Conceição“!

Oremos hoje, nesse dia tão especial, a mais antiga oração a Nossa Senhora (encontrada em um papiro no Egito, século III):

“À vossa proteção recorremos Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita!”.

E oremos também a linda oração de S. Bernardo ( Lembrai-vos):

Lembrai-vos, ó piíssima Virgem Maria, que jamais se ouviu dizer que algum daqueles que tem recorrido a vossa proteção, implorando o vosso auxílio, e reclamando o vosso socorro, fosse por vós desamparado. Animado, pois, com igual confiança, ó Virgem das virgens, como à Mãe recorro e de vós me valho e, gemendo sob o peso dos meus pecados, me prostro a vossos pés; não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus, mas dignai-vos de as ouvir propícia e me alcançar o que vos rogo. À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos,
ó Virgem gloriosa e bendita. Amém.