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A vontade de Deus

Jesus

A vida humilde, a fidelidade inabalável,
a modéstia nas palavras, a justiça nas ações,
a misericórdia nas obras, a disciplina nos costumes;
o não fazer injúrias; o tolerar as recebidas;
o manter a paz com os irmãos;
o amar a Deus de todo o coração;
o amá-Lo por ser Pai;
o temê-Lo por ser Deus;
o nada absolutamente antepor a Cristo,
pois também Ele não antepôs coisa alguma a nós;
o aderir inseparavelmente à Sua caridade;
o estar ao pé de Sua cruz com coragem e confiança,
quando se tratar de luta por Seu Nome e Sua honra,
o mostrar firmeza ao confessá-Lo por palavras,
e, no interrogatório, o manter a confiança Naquele por quem combatemos,
e, na morte, o conservar a paciência que nos coroará,
tudo isto é querer ser co-herdeiro de Cristo,
é cumprir o preceito de Deus,
é realizar a vontade do Pai.”

(São Cipriano, bispo de Cartago, século III)

Conversando com o Senhor – PARTE 4

Como se deve cada um haver e falar nas coisas que deseja

mulher rezando

SENHOR: Filho, diz assim em todas as coisas: Senhor, se vos agradar faça-se isto em vosso nome.
Senhor, se vos parecer que me é conveniente e proveitoso, concedei-me isto para que dele use para vossa honra; mas se vedes que me será nocivo, e não aproveita para a salvação da minha alma, tirai de mim tal desejo, porque nem todo o desejo procede do Espírito Santo, ainda que nos pareça justo e santo. 

Dificultoso é julgar com verdade se te move o espírito bom ou mau, a desejar isto ou aquilo, ou se te move a tua própria vontade.

Acham-se enganados no fim muitos que no princípio pareciam ser movidos pelo bom espírito.

Por isso deves sempre, com temor de Deus e humildade do coração, desejar e pedir tudo aquilo que se te representar digno de ser desejado; e particularmente me encomendarás tudo com inteira resignação, dizendo – Senhor, vós sabeis o que é melhor, fazei-me isto ou aquilo, como mais vos agradar; dai-me o que quiserdes, quanto e quando quiserdes.

Fazei comigo como vós sabeis, e como mais vos aprouver e for mais honra vossa.

Ponde-me onde quiserdes, e obrai livremente comigo em todas as coisas.

Estou na vossa mão, resolvei-me e virai-me ao redor.

Eis aqui o vosso servo disposto para tudo: porque não desejo viver para mim, mas  para vós.

Praza à divina misericórdia que eu sempre assim viva digna e perfeitamente.

Oração em que se pede a graça
para cumprir a vontade de Deus

Concedei-me, benigníssimo Jesus, a vossa graça para que esteja comigo, trabalhe comigo e persevere comigo até o fim.

Dai-me que sempre deseje e queira o que vos for mais aceite e agradável.

Vossa vontade seja a minha, e a minha seja sempre a vossa, e se conforme em tudo com ela.

Tenha eu convosco o mesmo querer, ou não querer; nem possa querer, ou não querer, senão o que vós quereis ou não quereis.

Dai-me a graça para que morra para tudo o que há no mundo, e que deseje ser desprezado e desconhecido nele por vosso amor.

Dai-me que, sobre tudo o que se pode desejar, em vós descanse, e sossegue em vós o meu coração: vós sois o único descanso; fora de vós tudo é desabrigo e desassossego.

Nesta paz, nisso mesmo, isto é, em vós único sumo e eterno bem, dormirei e descansarei.

Amém.

Fonte: Livro Imitação de Cristo.

Quem ama a sua vida perdê-la-á, e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna.” 
(João 12:25)

Conversando com o Senhor – PARTE 3

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Da obediência do súdito humilde, a exemplo de Jesus Cristo

SENHOR: Filho, o que procura apartar-se da obediência, aparta-se também da graça; e o que deseja ter coisas próprias perde as comuns.

O que se não sujeita de boa vontade ao seu superior, mostra que a sua carne ainda lhe não obedece perfeitamente, mas muitas vezes resiste e murmura.

Aprende, pois, a sujeitar-te sem detença ao teu superior, se desejas sujeitar a tua carne, porque mais depressa se vencerá o inimigo exterior, se o homem interior não estiver desordenado.

Não há mais danoso nem pior inimigo para tua alma que tu mesmo, sem não estás conforme com o espírito.

É necessário que te armes com o verdadeiro desprezo de ti mesmo, se queres vencer a carne e o sangue.

Mas porque ainda te amas desordenadamente, por isso receias sujeitar-te de novo à vontade dos outros.

Ora que muito é que tu – que és pó e nada – te sujeites ao homem por amor de Deus, quando Eu, Onipotente e Altíssimo  que criei do nada todas as coisas, me sujeitei humildemente ao homem por teu amor?

Fiz-me o mais humilde e mais abatido, para vencer a tua soberba com a minha humildade.

Aprende a obedecer tu que és pó  aprende a humilhar-te, terra e barro, e até a prostrar-te aos pés de todos.

Aprende a vencer a tua vontade, e rende-te a toda a sujeição.

Abrasa-te de ira contra ti mesmo, nem consintas que exista em ti enfatuamento algum; mas mostra-te tão sujeito a apoucado que todos possam andar sobre a tua cabeça, e pisar-te como lama da rua.

Ó homem vão, de que te queixas?

Pecador miserável, em que podes contradizer os que te injuriam, tu que tantas vezes ofendeste a Deus e mereceste o inferno?

Mas perdoei-te, porque é preciosa a tua alma a meus olhos, para que conhecesses o meu amor e fosses sempre agradecido pelos meus benefícios  e para que continuamente tratasses da verdadeira sujeição e humildade, e levasses com paciência o teu próprio desprezo.

Fonte: Livro Imitação de Cristo.

E qualquer que dentre vós quiser ser o primeiro, será servo de todos.” 
(Marcos 10:44)

Trechos do Diário de Santa Faustina – Parte I

O Diário da Irmã Faustina, escrito durante os últimos quatro anos de sua vida por expressa ordem de Nosso Senhor, tem a forma de um memorial em que a Autora vai anotando, sequencialmente e retrospectivamente, sobretudo os “toques” e contatos da sua alma com Deus.

Toda a sua vida se concentrava numa efetiva aspiração a uma união cada vez mais plena com Deus e à colaboração generosa com Jesus na obra da salvação das almas.

Segue abaixo trechos extraídos do Diário para que o leitor tome conhecimento de como essa obra é maravilhosa, pois nos faz recordar de uma verdade de fé, desde há séculos conhecida, mas bastante esquecida: o amor misericordioso de Deus para com o homem.

A Vossa Santa Vontade é a vida da minha alma.”
(Caderno I, pág. 3)

“Deus encheu a minha alma de luz interior e de um melhor conhecimento d’Ele como sumo bem e suma beleza. Compreendi quanto Deus me amava. É eterno o Seu amor para comigo.”
(Caderno I, pág. 5)

Vi o Anjo da Guarda que me mandou acompanhá-lo. Imediatamente encontrei-me num lugar enevoado, cheio de fogo, e, dentro deste, uma multidão de almas sofredoras. Essas almas rezavam com muito fervor, mas sem resultado para si mesmas; apenas nós podemos ajudá-las. As chamas que as queimavam não me tocavam. O meu Anjo da Guarda não se afastava de mim nem por um momento. E perguntei a essas almas qual era o seu maior sofrimento. Responderam-me, unânimes, que o maior sofrimento delas era a saudade de Deus. Vi Nossa Senhora que visitava as almas do Purgatório. As almas chamam a Maria “Estrela do Mar”. Ela lhes traz alívio. Queria conversar mais com elas, mas o meu Anjo da Guarda fez-me sinal para sair. Saímos pela porta dessa prisão de sofrimento. [Ouvi então uma voz interior] que me dizia: A Minha misericórdia não deseja isto, mas a justiça o exige. A partir desse momento, me encontro mais unida às almas sofredoras.”
(Caderno I, pág. 7)

A Irmã deve ter sempre uma grande confiança; Deus é sempre Pai, mesmo na provação.”
(Caderno I, pág. 10)

Uma vez ouvi estas palavras: Vai falar com a Superiora e pede que te permita fazer diariamente uma hora de adoração, durante nove dias; nessa adoração, procura unir a tua oração à de Minha Mãe. Reza de coração em união com Maria e, também, procura durante esse tempo fazer a Via-sacra.”
(Caderno I, pág. 13)

Oh! Se desde o início tivesse tido um diretor espiritual, não teria desperdiçado tantas graças divinas. Um confessor pode ajudar muito à alma, mas pode também estragar muita coisa. Oh! Quanto os confessores devem dar atenção à ação da graça de Deus nas almas de seus penitentes; isso é muito importante. Pelas graças concedidas à alma pode-se conhecer o grau da sua intimidade com Deus.”
(Caderno I; pág. 13)

(Em uma visão do purgatório) “Jesus disse: Basta uma só coisa. Tu descerás à Terra e sofrerás muito, mas não por muito tempo, e cumprirás a Minha vontade e os Meus desejos; um fiel servo Meu te ajudarás a cumpri-los. Agora reclina sua cabeça sobre o Meu peito, sobre o Meu coração, e tira dele força e vigor para todos os sofrimentos, porque em nenhum lugar encontrarás alívio, ajuda ou consolo. Deves saber que sofrerás muito, muitíssimo  mas não te assustes com isso: Eu estou contigo.”
(Caderno I, pág. 14)

Nossa Senhora que me ensinou a amar a Deus interiormente e em tudo cumprir a Sua santa vontade. Sois alegria, ó Maria , porque por Vós Deus desceu à Terra e ao meu coração.”
(Caderno I, pág. 15)

Os sofrimentos e as contrariedades no começo de minha vida religiosa me assustavam e me tiravam a coragem. Era por isso que rezava sem cessar para que Nosso Senhor me fortalecesse e me desse a força do Seu Santo Espírito, a fim de que eu pudesse cumprir em tudo a Sua santa vontade, porque desde o início conhecia e reconheço a minha fraqueza. Sei bem o que sou por mim mesma, por isso Jesus desvendou aos olhos da minha alma todo o abismo da miséria que eu sou, e por isso compreendo bem que tudo que há  de bom na minha alma é unicamente a Sua santa graça. Esse reconhecimento da minha miséria me permite ao mesmo tempo conhecer o abismo da Vossa misericórdia  Na minha vida interior olho com um dos olhos para o abismo da minha miséria e maldade e com outro, para o abismo da Vossa misericórdia, ó Meu Deus.”
(Caderno I, pág. 22)

O sofrimento é uma grande graça. Pelo sofrimento, a alma assemelha-se ao Salvador; no sofrimento, cristaliza-se o amor. Quanto maior o sofrimento, tanto mais puro torna-se o amor.”
(Caderno I, pág. 23)

Ao final da Ladainha vi uma grande claridade e, no meio dela, Deus Pai. Entre essa claridade e a Terra, vi Jesus pregado na cruz e de tal maneira que Deus, querendo olhar para a Terra – tinha que olhar pelas Chagas de Jesus. E compreendi que, por Jesus, Deus abençoava a Terra.”
(Caderno I, pág. 24)

Ó tesouro inesgotável da pureza da intenção, que tornas todas as nossas ações perfeitas e tão agradáveis a Deus.”
(Caderno I, pág. 27)

Certo dia, queixava-me a Jesus por constituir um peso para as Irmãs (pois estava doente). Jesus respondeu-me: Não vives para ti mesma, mas para as almas. Dos teus sofrimentos terão proveito outras almas. O teu contínuo sofrimento lhes dará luz e forças para se conformarem a Minha vontade.”
(Caderno I, pág. 27)

Jesus, Verdade eterna, fortificai as minhas tênues forças. Vós, Senhor, tudo podeis. Sei que nada valem os meus esforços sem Vós. Ó Jesus, não Vos escondais de mim, porque sem Vós não posso viver. Ouvi as súplicas da minha alma! Não se esgotou, Senhor, a Vossa misericórdia  portanto tende compaixão da minha miséria. A Vossa misericórdia excede o entendimento dos Anjos e dos homens justos e, embora me pareça que não me ouvis, coloquei minha confiança no mar da Vossa misericórdia e sei que a minha esperança não será desiludida.”
(Caderno I, pág. 29)

Não me atrasarei em um só passo para Vós, ainda que espinhos firam os meus pés.”
(Caderno I, pág. 29)

Meu Jesus, guiai a minha mente, tomai plena posse de todo o meu ser, encerrai-me no fundo do Vosso Coração e defendei-me dos ataques do inimigo. Em Vós está a minha única esperança. Falai pelos meus lábios quando eu estiver com os poderosos e os sábios,  eu completa miséria, para que reconheçam que a causa é Vossa e de Vós procede.”
(Caderno I, pág. 32)

Tende em vós os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus

6  Cristo Jesus,
que era de condição divina, não Se valeu da sua igualdade com Deus,
7  mas aniquilou-Se a Si próprio
Assumindo a condição de servo,
tornou-Se semelhante aos homens.
Aparecendo como homem,
8 humilhou-Se ainda mais, obedecendo até à morte e morte de cruz.
9 Por isso Deus O exaltou e Lhe deu o nome que está acima de todos os nomes
10 para que ao nome de Jesus todos se ajoelhem,no céu,na terra e nos abismos
11 e toda a língua proclame que
Jesus Cristo é o Senhor,
para glória de Deus Pai.
(Fl 2:6-11)

Na oração, abrimos a mente, o coração e a vontade ao Espírito Santo, para fazer entrar a nossa existência na mesma dinâmica de amor que viveu Jesus. Sendo Deus, despojou-Se da sua glória, para Se fazer homem como nós e, assim, nos elevar até Deus. Esta epopéia de amor é celebrada num dos hinos mais antigos da tradição cristã: o chamado “hino cristológico” (apresentado acima), que São Paulo nos deixou com esta exortação: “Tende em vós os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus”. Foi pela sua amorosa obediência à vontade do Pai até à suprema humilhação da Cruz, que «Deus O exaltou e Lhe deu um Nome que está acima de todos os nomes»: Jesus é Senhor. A sua encarnação e a sua cruz recordam-nos que a plena realização está na conformação da própria vontade humana com a do Pai do Céu. Para isso é necessário adotar uma escala de valores, cujo primado seja dado a Deus como o único tesouro pelo qual vale a pena gastar a própria vida.

A lógica humana, em vez, busca muitas vezes a autorrealização no poder, no domínio, nos meios potentes. O homem continua querendo construir com as próprias forças a torre de Babel para chegar à mesma altura de Deus, para ser como Deus.

A Encarnação e a Cruz nos recordam que a plena realização está no conformar a própria vontade humana àquela do Pai, no esvaziar-se do próprio egoísmo para encher-se do amor e da caridade de Deus e, assim, tornar-se realmente capaz de amar os outros.

Fonte: Trechos de uma audiência geral do Papa Bento XVI

Para saber um pouco mais sobre os Hinos Cristológicos Paulinos clique aqui!

Os encontros com Deus

Cada manhã, nossos olhos se abrem sobre a vida. Cada manhã, o sopro de Deus nos leva ao mundo para tomar parte em sua obra. É nosso cotidiano habitual, viver com Deus, seguir nosso caminho no reconhecimento de Sua presença, Sua bondade, depositando Nele total confiança.

As solenidades que marcam o mês não mudam em nada isso. A Igreja nos  oferece-as para chamar nossa atenção. É verdade, nosso Deus é Trindade, troca de amor que nos dá a vida. É verdade, nosso Deus se faz pão da vida, força de amor que inflama nossa vida. É verdade, o coração de Cristo transborda de amor pelos homens. É verdade, o Cristo é o Cordeiro que é preciso seguir até à cruz, como testemunhou João Baptista, e Pedro e Paulo, seguindo-o.

Na alegria do dia, no sofrimento que acaba, na solidão que pesa, na cura que abre um futuro, no medo do dia seguinte, na limitação da prisão, Deus está lá! Ele nos dá a vida.

Ele caminha conosco pelo caminho onde nós estamos. Por vezes, Ele nos acompanha com discreção. Freqüentemente, Ele nos toma pela mão no silêncio. Algumas vezes, fazemos pouco caso de Lhe ouvir e de Lhe seguir.

No centro de cada jornada, a oração é um encontro onde Deus nos ouve, infalivelmente. Não O deixemos a nos esperar! Cada manhã, cada noite, na missa, na oração silenciosa ou comunitária, não faltemos ao encontro! Feliz o homem que constrói sua casa sobre Deus, sua rocha.

Escrito por: Bernadette Mélois, editora chefe do Magnificat França.

Conversando com o Senhor – PARTE 2

Do bom governo nas coisas exteriores,
e como devemos recorrer a Deus nos perigos

SENHOR: Filho, com diligência deves procurar que em todo o lugar, ação ou ocupação exterior estejas interiormente livre e senhor de ti, e que estejam todas as coisas sujeitas a ti, e não tu a elas; que sejas tu senhor das tuas ações, e não servo e escravo comprado.

Com livre e verdadeiro hebreu, deves passar à sorte e liberdade de filhos de Deus, que desprezam as coisas presentes, contemplam as eternas, e vêem com o olho esquerdo as coisas do mundo, e com o direito as do Céu.

Estes não se deixam arrastar do apego às coisas temporais; mas servem-se delas conforme o fim para que foram ordenadas por Deus, e instituídas pelo supremo Artífice, que nada deixou sem ordem na sua criatura.

Se em todo o sucesso te não fundares na aparência exterior, nem considerares só com os olhos carnais o que vires e ouvires, mas em qualquer negócio entrares logo, com o Moisés no Tabernáculo, para pedires conselho ao Senhor, ouvirás muitas vezes a resposta divina, e voltarás instruído a respeito de muitas coisas presentes e futuras.

Sempre Moisés recorria ao Tabernáculo, para sair-se ds dúvidas e dificuldade, e valia-se da oração para triunfar dos perigos e maldades dos homens; assim tu deves retirar-te ao secreto do teu coração, pedindo com instância ao socorro divino.

Por isso Josué e os filhos de Israel foram enganados pelos Gaboanitas (cf. Js 9) porque não consultaram primeiro o Senhor; mas crendo muito de leve suas brandas palavras foram enganados por uma falsa piedade.

Fonte: Livro Imitação de Cristo.

Perseverai em oração,velando nela com ação de graças;
Tratai com sabedoria os que não são da comunidade,
aproveitando bem o momento.
Que vossa conversa seja sempre agradável, com uma pitada de sal,
de modo que saibais responder a cada um como convém.”
(Colossenses 4:2, 5-6)