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Orar sempre, sem desfalecer

Feliz o homem que conhece a própria fraqueza. Porque esse conhecimento é nele o fundamento, a raiz, o princípio de toda a bondade. […] Quando um homem se sente desprovido de socorro divino, reza muito. E, quanto mais reza, mais o seu coração se torna humilde. […] Tendo compreendido realmente isto, guarda a oração na sua alma como um tesouro. E, sendo a sua alegria tão grande, faz da oração uma ação de graças. […] Assim, guiado por este conhecimento e admirando a graça de Deus, eleva a voz e louva-O e glorifica-O, exprime a sua gratidão, nos píncaros do seu maravilhamento.

Aquele que conseguiu, verdadeiramente e não em imaginação, alcançar tais sinais e conhecer tal experiência, sabe do que estou a falar e que nada pode impedir isso. Mas que ele cesse de então em diante de desejar coisas vãs. Persevere em Deus, através da oração contínua, no temor de ser privado da abundância do socorro divino.

Todos estes bens são dados ao homem quando este reconhece a sua fraqueza. No seu grande anseio pelo socorro divino, aproxima-se de Deus, permanecendo em oração. E, quanto mais se aproxima de Deus com esta determinação, mais Deus o aproxima dos Seus dons e não lhe retira a Sua graça, devido à sua grande humildade. Pois tal homem é como a viúva que não cessa de pedir ao juiz que lhe faça justiça contra o seu adversário. Deus compassivo retém a Suas graças para que essa reserva incite o homem, que tanta precisão tem d’Ele, a aproximar-se d’Ele e a e a permanecer junto d’Aquele que é a fonte do seu bem.

Escrito por: Santo Isaac, o Sírio (sec. VII), Discursos ascéticos, 1ª série, §21

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Qual o valor da oração?

Todos nós já nos questionamos, em algum momento, o seguinte: Será que minha oração vai ter algum efeito? Será que ajudo na conversão do meu irmão quando oro por ele?

Respondendo a isso e muito mais, o abençoado Padre Paulo Ricardo apresenta o vídeo abaixo:

Eu sei, pela fé, que quando eu oro e a minha vontade se torna mais próxima da vontade de Deus, eu sei pela fé, que isso afeta o meu irmão cuja vontade está distante …

O dia em que a cadeirinha quebrou

Escrito por Bonitata Hele,  membro da Família Internacional na Índia.

Eu estava muito feliz por ter tido mais um filho. Allen era um desses carinhas felizes e simpáticos. Eu o colocava na cadeirinha e ele ficava bem, sentado ali, acordado ou dormindo, enquanto, da minha cadeira, eu conseguia balançar a cadeirinha com o pé e fazer o meu trabalho.
Eu tinha um trabalho administrativo, o qual podia dedicar meio-expediente, tra- balhando em casa. Era muito bom ter a oportunidade de continuar minhas ativi- dades profissionais, mesmo com um bebê a tiracolo. Eu também tinha orgulho de ser “multitarefa” e os outros me elogiavam por isso. Mesmo depois que Allen cresceu, ficou mais pesado e passou a ficar acordado por mais tempo, ele ainda adorava ficar balançando na cadeirinha.

Um dia, notei que o assento estava mais pró- ximo do chão. Pensei que minha filha, Jessi- ca, à época com dois para três anos, teria sentado na cadeirinha e a entortado. Tentei, em vão, devolver à estrutura metálica sua forma original. O coitado do Allen bateria com o bumbum no chão se tentasse pular como de costume. A meu pedido, meu marido avaliou a situação e concluiu que precisava de um serviço de soldagem. “Não vale a pena”, respondi. “É mais fácil comprar uma nova.” Depois do almoço, era hora de Allen dormir. Eu costumava embalá-lo ali mesmo, na cadeirinha, enquanto fazia meu trabalho, mas dessa vez tive que car- regá-lo nos braços até ele pegar no sono. Primeiro eu o sacudi, enquanto anda- va com ele de um lado para o outro. Depois me sentei em uma cadeira de balan- ço. Quando por fim adormeceu, não quis colocá-lo no berço, achando que talvez o acordasse. Então fiquei ali sentada, sentindo-me inútil. Pensei em tudo o que precisava ser feito e isso me deixou ainda mais ansiosa.
Foi quando ocorreu-me um pensamento diferente: Ore. Lembrei-me de um livro que havia lido, Não Fique Aí Parado, Ore. E foi o que fiz. Orei pelo meu bebê, pelo meu marido, pelo meu trabalho, pela milha filha, por minhas várias respon- sabilidades, pelos meus amigos e pela minha família. Quando meu filho acordou, sentia-me surpreendentemente renovada e feliz. Parecia que eu havia realizado mais do que se tivesse ficado na frente do computador trabalhando.
E provavelmente foi o que aconteceu.
Jesus disse que devemos “orar sempre.” Admito que não estou nem perto desse nível de devoção, mas, talvez, se enquanto meu filho dorme à tarde eu orar pelos outros, posso avançar na direção desse ideal. E foi assim que redescobri que “Todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus.” Deus usou essa interrupção em minha rotina orientada por realizações, para me ensinar algo de um valor muito mais duradouro: o poder da oração.

Fonte: Revista Contato.

O Poder da Oração

Como é maravilhoso descobrir o poder que tem a oração. Aproveito o momento para agradecer a iluminada autora Stormie Omartian, que através de seus livros e sua bíblia comentada, eu passei a sentir como minha alma se eleva a Deus e Ele me ouve quando estou orando. Cito aqui algumas publicações da autora que me fizeram crescer espiritualmente e espero que realize o mesmo em mais e mais irmãos.

  • A Bíblia da Mulher que Ora
  • O Poder do Marido que Ora
  • O Poder da Esposa que Ora
  • O Poder de Orar
  • O Poder de Orar pelos Filhos Adultos
  • O que acontece quando eu falo com Deus
  • O Poder da Fé em Tempos Difíceis
  • O Poder da Oração no Casamento
  • 7 orações que vão mudar  a sua vida
  • Como receber os presentes de Deus

Existem muitas outras lindas publicações. Para uma lista mais completa, veja aqui ou na Livraria Saraiva.

Boa Leitura!!!